Madri parou por causa do aluguel. O Brasil vai parar também?
Os números dão motivo para a dúvida. Em julho de 2026, o aluguel residencial acumulava alta de 9,28% em 12 meses no Índice FipeZap, contra inflação oficial de 4,44%. Ou seja, o aluguel sobe mais que o dobro da inflação. Nos cinco primeiros meses do ano, a alta atingiu 21 das 22 capitais pesquisadas.